Dragon Boat Festival: veja como foi o workshop sobre a festividade chinesa na Facens

Dragon Boat Festival: veja como foi o workshop sobre a festividade chinesa na Facens

Por DRI Facens

No dia 3 de junho, dia que se celebra o Dragon Boat Festival na China, o DRI Facens comemorou esta data festiva com o Instituto Confúcio da FAAP para negócios (IC FAAP), parceiro do Centro Universitário, representado pelas diretoras Lourdes Zilberberg e Xiaoshu Zhu (Sofhie) e a recém-chegada ao Brasil – a professora de chinês Sun Ding.

Os participantes puderam conhecer mais sobre a história, cultura e importância destas festividades para os chineses, além de degustar um de seus pratos tradicionais – zhongzi.

No Dragon Boat Festival (Festival do Barco do Dragão em português), realiza-se uma gama de eventos culturais, esportivos e gastronômicos por todo território chinês em preservação do patrimônio cultural imaterial do País.

Curiosidade

Esta festividade está atrelada à morte do poeta e ministro Qu Yuan (340–278 a.C.) do antigo estado de Chu durante o período dos Reinos Combatentes da dinastia Zhou.

Sobre o Instituto Confúcio para Negócios da FAAP


O Instituto Confúcio para Negócios da FAAP (IC FAAP) é um dos parceiros que a Facens cuja missão é promover a língua e cultura chinesa, com ênfase em negócios, oferecendo, além do estudo de línguas, a oportunidade de realizar seminários e workshops como este.

Dada à parceria com a Facens, tanto estudantes e colaboradores quanto ex-estudantes do projeto Alumni possuem benefícios em cursos ofertados pelo Instituto Confúcio da Faap, além de programas gratuitos de intercâmbio cultural com a China.

Fique atento às mídias da Facens e do DRI (@dri_facens) para saber mais!

Smart Mall Facens ganha novo espaço de literatura internacional

Smart Mall Facens ganha novo espaço de literatura internacional

Por DRI Facens

No início de maio, o DRI Facens inaugurou o espaço Leitura Conecta o Mundo no Smart Mall Facens, uma parceria entre o DRI e a Biblioteca Facens.

Localizado no shopping Pátio Cianê, este cantinho super aconchegante conta com uma seleção de livros de diversos países. Fazendo uma viagem por todos os continentes, o DRI busca divulgar a literatura e incentivar a leitura.

No dia da inauguração, foi feita uma homenagem a Lygia Fagundes Telles, escritora brasileira que faleceu em abril deste ano.

Lygia nasceu no interior de São Paulo e foi uma das maiores escritoras do Brasil, tendo escrito diversos romances e poemas.

Veja no vídeo abaixo um trecho de uma obra da autora Lygia Fagundes Telles declamada pela atriz Eva Wilma:

Os livros nos convidam a uma viagem por culturas, paisagens, festas, emoções e tradições muito diferentes das nossas.

Por isso, fica aqui o convite do DRI: se você estiver passando por lá e tiver um tempo livre, não deixe de visitar o nosso espaço e descobrir novas informações sobre o mundo.

Anote na agenda!

Espaço Leitura Conecta o Mundo no SmartMall Facens – Shopping Pátio Cianê

Realização: DRI e Biblioteca Facens em parceria com SmartMall

Para mais conteúdos como este, oportunidades internacionais e curiosidades culturais, nos siga no Instagram: @dri_facens.

Facens realiza exposição de quadros que retratam os Patrimônios Mundiais do Japão

Facens realiza exposição de quadros que retratam os Patrimônios Mundiais do Japão

Entre os dias 02/05 a 10/06, a Facens recebe a exposição “Patrimônios Mundiais do Japão”, uma parceria DRI Facens e Japan Foundation.

Essa é mais uma oportunidade para uma viagem ao exterior sem sair de dentro do campus da Facens! Na exposição “Patrimônios Mundiais do Japão” estão apresentadas 44 fotografias, que mesclam paisagens e ícones arquitetônicos milenares do Japão, nos convidando para um exercício contemplativo e reflexivo das diferenças e semelhanças com a nossa realidade.

Entre as fotografias expostas, está a vila histórica de Shirakawa-go, que foi determinada pela UNESCO como um patrimônio mundial da humanidade.

Fotógrafo: Dennis Agusdianto

O Japão é um país repleto de singularidades e com a sua arquitetura, não é diferente. Algumas das características que se destacam são:

– Valorização do vazio: Na arquitetura japonesa, os espaços vazios são muito valorizados, motivo pelo qual encontramos amplos espaços sem nenhum móvel ou decoração dentro das casas. A mesma coisa é feita com os jardins, que contam com poucos adornos.

– Uso de materiais como madeira e papel: devido ao grande número de terremotos que acontecem no Japão, utiliza-se muito a madeira e o papel nas construções. Por se tratarem de materiais menos rígidos que o concreto, são mais resistentes aos tremores.

Fotógrafa: Masaaki Komori

O Instituto Tecnológico de Shibaura, sediado em Tóquio, é uma das instituições internacionais parceiras da Facens. Nossos alunos podem realizar períodos de mobilidade estudantil na instituição, que conta com aulas em inglês.

Se você estiver passando pela Facens, não deixe de visitar a exposição!

Anote na agenda!

Exposição Patrimônios Mundiais do Japão
Onde: No pátio do prédio L da Facens
Quando: De 02/05 a 10/06
Realização: DRI com apoio da Japan Foundation

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100 anos da Semana de Arte Moderna: um divisor de águas para a arte brasileira

100 anos da Semana de Arte Moderna: um divisor de águas para a arte brasileira

A década de 1920 foi marcada por muitas mudanças sociais, políticas e culturais no mundo todo, decorrentes principalmente do fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

Foi nesse contexto que aconteceu a Semana de Arte Moderna, em São Paulo, entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922.

Em 2022, comemora-se 100 anos desde a realização deste evento que marcou para sempre a arte Brasileira dentro e fora do país.

Durante aquela semana, foram expostas mais de 100 obras de artes plásticas, além de apresentações de peças de teatro e lançamento de livros.

O principal ponto que uniu os artistas que se apresentaram ali foi o desejo de romper com os padrões que existiam no mundo das artes até aquele momento.

Após passarem um período na Europa, diversos artistas começaram a perceber que o Brasil não estava sendo bem representado por meio da arte.

Além disso, tiveram contato com as chamadas Vanguardas Europeias, representadas por artistas de grande renome, como Pablo Picasso (cubismo) e Salvador Dalí (surrealismo).

Ao voltarem, uniram esse desejo de incluir o Brasil nas artes e o que haviam visto da arte europeia. Deram início ao Modernismo: um movimento artístico que procurou retratar o Brasil, sua cultura e suas tradições.

Cartaz de divulgação da Semana de Arte Moderna, em 1922

Cada um à sua maneira, esses artistas revolucionaram a arte brasileira quando uniram suas vivências no exterior e a realidade local, pois adquiriram uma nova forma de olhar para aquilo que já conheciam, resultando em novas formas de expressão.

Confira alguns artistas que fizeram parte deste evento histórico:

Anitta Mafatti

Anitta estudou na Alemanha e lá conheceu tendências artísticas como o expressionismo, que inspirou muito o seu trabalho.

Suas obras causaram polêmica na época, por romperem bruscamente com as tradições conhecidas.

“Topical”: Quadro pintado à óleo por Anita Malfatti, 1917

Oswald de Andrade

Na juventude, Oswald estudou durante muito tempo na Europa e conheceu alguns movimentos artísticos que vinham ganhando relevância lá.

Quando retornou ao Brasil, sua arte havia se tornado muito influenciada pelo modernismo europeu. Foi um dos organizadores da Semana de Arte Moderna, com o objetivo de divulgar no Brasil essa nova estética.

“Marco Zero I a Revolução Melancólica”: livro escrito por Oswald de Andrade, 1917

Victor Brecheret

O escultor passou boa parte dos anos da sua formação artística na Europa, o que influenciou muito o seu trabalho. Suas esculturas estavam entre as obras expostas na Semana de Arte Moderna.

“Monumento às Bandeiras”: obra de Victor Brecheret, 1921

Veja no vídeo a seguir mais algumas obras de artistas que fizeram parte da Semana de Arte Moderna:

Experiências para celebrar os 100 anos da Semana de Arte Moderna!

Para celebrar os cem anos desse evento que marcou a história da arte no Brasil, uma série de exposições e eventos estão sendo realizados. Veja:

Até 29/05 – Exposição “Era uma vez o Moderno”, no Centro Cultural Fiesp, São Paulo.

Até 30/06 – Exposição “Esse Extraordinário Mário de Andrade” no Museu Afro Brasil,no Parque do Ibirapuera, em São Paulo

Até 10/07 – Exposição imersiva e interativa “Portinari Para Todos” no MIS Experience, São Paulo.

Até 18/12 – Ciclo de concertos “Clássicos Modernistas”, com a execução pela Osesp (Orquestra Sinfônica do estado de São Paulo) na Sala São Paulo de 122 obras de compositores influenciados pelo modernismo, São Paulo;

Para saber mais sobre os eventos comemorativos, consulte: Programação – Agenda Tarsila

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Conheça 4 aplicações dos drones e suas tecnologias

Conheça 4 aplicações dos drones e suas tecnologias

Apesar de uma ser uma mudança recente, o uso de drones tem se tornado cada vez mais presente na sociedade. Contudo, é necessário entender o que é essa ferramenta e como ela se tornou um recurso utilizado de diversas formas.

O drone, ou VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado, termo utilizado pela EMBRAER), é uma aeronave controlada remotamente por uma pessoa, que pode realizar as mais diversas tarefas variando de acordo com o propósito do “controlador”.

Os modelos anteriores aos drones atuais surgiram no século XIX, inicialmente com propósitos militares. Os chamados “balões austríacos” eram nada mais que balões equipados de explosivos com os quais a Áustria atacou a cidade de Veneza, na Itália, em 1849.  

Foi somente nos anos 80 que ocorreu o grande desenvolvimento para os drones que vemos em ação atualmente, principalmente em decorrência dos avanços tecnológicos.

Apesar de não terem sido criados para a sociedade, ela se “apropriou” dos drones como, por exemplo, nas seguintes áreas:

Agricultura

Na agricultura, o uso dos drones se volta ao monitoramento e mapeamento das áreas para plantação, auxílio na irrigação e aplicação de pesticidas, na captação de imagens de altíssima qualidade, entre outras funções.

Eventos

Seja em shows, eventos oficiais ou até mesmo em festas particulares, os drones têm garantido fotos e filmagens, proporcionando uma visão expandida pela perspectiva aérea.

Também podem ser utilizados para projeções de imagens em eventos como nos Jogos Olímpicos de Tóquio, quando foram usados na criação de um globo em 3D pela projeção de luzes pelos drones.

Transporte

Este é um dos usos em maior ascensão atualmente, principalmente para transporte de cargas pequenas e entrega de comida. Podendo ser entregues desde cartas, caixas, até outras mercadorias de pequeno porte. Entretanto esse ainda é um serviço em processo de testes pelas empresas.

No Brasil, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) concedeu a primeira autorização do uso para entregas comerciais para a empresa iFood, que poderá realizar delivery de produtos em território nacional.

Saúde

Por fim, no momento, com a contenção da pandemia por Covid-19, os drones auxiliam no controle sanitário. Por exemplo em Xangai, na China, eles servem atualmente para monitorar o descumprimento das medidas restritivas de circulação pela população.

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Você conhece o Saint Patrick’s Day?

Você conhece o Saint Patrick’s Day?

Dia 17 de março é uma data muito importante na Irlanda: trata-se do Saint Patrick’s Day (Dia de São Patrício), o santo padroeiro do país. Preparamos um post com um pouco da história desta data e algumas curiosidades interessantes. Confira!

Quem foi Saint Patrick?

Saint Patrick nasceu na Grã-Bretanha no final do século IV e, com cerca de 16 anos, foi sequestrado por piratas e escravizado. Nesse momento, começou a se voltar ao Cristianismo e a Deus. Posteriormente, conseguiu escapar da escravidão e passou 12 anos estudando em um mosteiro. Após concluir os seus estudos, Patrick foi missionário durante 30 anos, até a sua morte em 17 de março de 461 na cidade de County Down.

O Dia de São Patrício tornou-se feriado na Irlanda oficialmente em 1903, mas a data já era celebrada há muitos anos, desde o século IX. Os irlandeses comemoram nesta data toda a trajetória de vida de Saint Patrick, incluindo o fato de que conseguiu voltar ao seu país depois de ter sido escravizado e a chegada do cristianismo ao país. Além disso, comemora-se toda a cultura irlandesa, seus diversos costumes e tradições.

Alguns símbolos desta comemoração

Trevo de 3 folhas: chamado de Shamrock, acredita-se que Saint Patrick usava o trevo de 3 folhas para se referir à Santíssima Trindade. Além disso, na Irlanda Antiga, o trevo era considerado uma planta sagrada porque se relacionava com o início da Primavera.

Duende (Leprechaum): os duendes fazem parte do folclore celta (povo que habitava a Irlanda antigamente), sendo criaturas mágicas com poderes especiais. Segundo as lendas, os Leprechauns eram seres que consertavam os sapatos das fadas e guardavam um pote de ouro no fim de um arco-íris.

A cor verde: no dia de Saint Patrick, a cor verde é muito utilizada na Irlanda. Existem diversas explicações para isso, uma delas é que o país é conhecido como “A Ilha Esmeralda”, devido à grande quantidade de campos verdes na paisagem.

Cerveja verde: para essa celebração, não pode faltar muita comida, bebida e música! Para entrar nesse clima, muitos donos de Pubs (bares irlandeses) costumam tingir a cerveja de verde, que é a cor típica da comemoração. Uma curiosidade é que beber cerveja na rua é terminantemente proibido na Irlanda e punido com multa, mas no dia de Saint Patrick é permitido.

Desfiles: em diversas cidades irlandesas acontecem grandes desfiles nas ruas, com música e outras atrações. Em países com grandes comunidades irlandesas isso também acontece, como Estados Unidos, Canadá e Austrália. Nos Estados Unidos, por exemplo, acontecem desfiles até maiores que os irlandeses, porque o país conta com muitos imigrantes irlandeses. No Brasil, as comemorações ocorrem principalmente em bares e pubs. O maior desfile de Saint Patrick’s Day acontece na cidade de Nova York.

Conheça as comemorações de final do ano ao redor do mundo

Conheça as comemorações de final do ano ao redor do mundo

Aqui no Brasil, comemoramos o Ano Novo na virada do dia 31 de dezembro para 1º de janeiro, um momento de celebração, festas, muitas tradições e renovação de esperanças.

O Ano Novo é a data preferida de muita gente e uma festa muito esperada! A nossa comemoração ocorre nessa data porque nós seguimos o calendário gregoriano, assim como a maioria dos países do Ocidente.

Porém, você sabia que existem povos e países que seguem outros calendários, que contam os meses e os anos de maneiras diferentes? O DRI separou algumas curiosidades sobre isso!

Confira abaixo algumas das diferentes datas em que se comemoram o Ano Novo ao redor do mundo:

China

Na China, o calendário seguido é o Lunissolar, que considera os movimentos da Lua e do Sol. O Ano Novo é celebrado entre meados de janeiro e fevereiro, no primeiro dia do calendário lunar. Esse ano, a China comemora o seu Ano Novo em 1 de fevereiro e estão chegando ao ano 4.720.

De acordo com as tradições, todos os anos são associados a um animal do horóscopo chinês e um elemento da natureza. O próximo é o ano do Tigre d’Água, e vai de 1 fevereiro de 2022 a 22 de janeiro de 2023, por exemplo.

As comemorações duram cerca de 15 dias, embora o feriado oficial seja de apenas 3. No último dia do feriado, ocorre o Festival das Lanternas, no qual as famílias acendem pequenas lanternas vermelhas, fazendo seus pedidos para o próximo ano.

Além disso, os chineses consideram esse um momento de estar com a família e muitas pessoas voltam às suas cidades de origem e se reúnem com os parentes. Também é comum que haja troca de presentes, mais uma de muitas tradições.

2022, o ano Tigre D’Água. (Imgem: Shutterstock)

Camboja, Tailândia, Mianmar e Laos

Nesses países da Ásia, o Ano Novo é comemorado no dia 13 ou 14 de abril. A data coincide com o movimento do sol do signo de Peixes ao de Áries, de acordo com as tradições budistas seguidas. O calendário budista está 543 anos à frente do gregoriano, totalizando 2565 .

Embora todos esses países comemorem no mesmo dia, a celebração tem um nome diferente em cada um deles: “Chaul Chnan Thmey” no Camboja, “Songkran” na Tailândia, “Thingyan” em Mianmar e “Pimai” em Laos.

As comemorações do Ano Novo são as mais importantes e esperadas do calendário budista, contando com grandes festas, que são tranquilas e sem fogos de artifício. Também é visto como um momento de reencontro das famílias.

As festas são repletas de água: as pessoas saem às ruas com mangueiras, baldes, copos ou o que estiver à mão. O importante é se molhar! Essa tradição marca também o fim do período de secas e início das chuvas, considerada a época mais quente do ano.

Criança comemora o ano novo na Tailândia, “Thingyan”. (Imagem: Shutterstock)

Índia

Na Índia, o Ano Novo é comemorado em datas diferentes de acordo com a região do país. Comemora-se em datas próximas a 1º de março no sul da Índia1º de outubro no Leste e no centro indiano e 14 de abril na comunidade tâmil.

Algumas das comemorações contam com muitas luzes, como lamparinas e fogos de artifícios, além de muitas fogueiras – por isso, a festa também é conhecida como “Festival das Luzes”. Em outros locais, comemora-se entre a família, com troca de presentes e comidas típicas.

Festival das Luzes, o ano novo indiano. (Imagem: Shutterstock)

Irã

O Ano Novo iraniano é chamado Nowruz e sua comemoração é entre os dias 21 e 31 de março. O país segue o calendário Persa e a data coincide com o primeiro dia da primavera no Hemisfério Norte.

Nowruz vem sido comemorado há mais de 3.000 anos e em 2010 a ONU adicionou o feriado à Lista do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO.

Como a festa marca também o início da primavera, a decoração é tradicionalmente repleta de flores e plantas, que começa a ser feita vários dias antes.

(Imagem: Shutterstock)

A mesa da noite de Ano Novo conta sempre com alguns elementos tradicionais, como brotos de lentilha ou cevada, frutos secos, alho e maçãs, entre outras coisas, que são dispostos formando a letra “S” (chamada de “visto” no alfabeto persa).

Comemora-se também o Charshanbe Suri, uma comemoração que antecede o Ano Novo. No Irã, é celebrado na última terça-feira antes de Nowruz. Geralmente é comemorado à noite, quando as pessoas acendem fogueiras e pulam sobre elas e soltam muitos fogos de artifício.

Esses são só algumas das muitas comemorações de Ano Novo que acontecem pelo mundo. Você conhece mais alguma? Escreva aqui nos comentários e acompanhe o DRI Facens nas redes sociais para mais curiosidades, cultura, notícias e novidades sobre os programas de intercâmbio da Facens!

Retrospectiva DRI 2021

Retrospectiva DRI 2021

O ano de 2021 continuou sendo desafiador pelas barreiras impostas pela pandemia por Covid-19. Fronteiras mantidas fechadas, medidas de contenção de disseminação do vírus com restrição de mobilidade, adesão a modelos remotos de atividades…

Mediante às dificuldades, é preciso se reinventar e repensar formatos e oportunidades, buscando novas alternativas para manter a roda girando.

Com o DRI Facens não foi diferente. Encaramos de frente os desafios e seguimos criando oportunidades internacionais com as ferramentas que tínhamos em mãos, além de muita criatividade, inspiração e apoio de diversos parceiros.

Confira um pouco mais de como foi o nosso ano de 2021, com alguns destaques na área da internacional:

Seguimos olhando em frente, esperançosos de um 2022 com voos mais distantes e dispostos a buscar os meios necessários para seguir ofertando as melhores oportunidades internacionais à comunidade Facens.

Leitura Conecta o Mundo: Acervo japonês na Facens

Leitura Conecta o Mundo: Acervo japonês na Facens

O acervo da biblioteca da Facens vem crescendo com obras estrangeiras, recebendo um upgrade neste mês de novembro de mais 137 obras doadas pela Japan Foundation,  em diferentes categorias, desde mangás a romances e até livros acadêmicos, tanto em português quanto em japonês e inglês. Esta doação ocorreu após a concretização de uma parceria de colaboração entre a fundação e o DRI Facens, que já rendeu outros frutos recentemente, como a Exposição de gravuras Ukiyo-e (clique para rever).

Mas, você conhece a Japan Foundation e porquê ela existe?

A instituição é uma organização vinculada ao Ministério das Relações Exteriores do Japão e foi estabelecida em 1972 com o objetivo de promover o intercâmbio cultural e a compreensão mútua entre o Japão e outros países. Sua representação em São Paulo existe desde 1975 e, desde então, tem sido uma porta de comunicação do país do sol nascente com o Brasil por meio de diversas atividades.

Estes são alguns dos títulos gentilmente doados à Facens:

Título Autoria
100 Anos da Imigração Japonesa no Brasil Jhony Arai & Cesar Hirasaki
70 Classic Japanese Recipes Masaki Ko
A Arte do Kendo e Kenjitsu – A Alma do Samurai Darrel Max Craig
A Costura do Invisível Jun Nakao
A History of Japan – From Stone Age to Super Power Kenneth G. Henshall
A Outra Face da Lua – Escritos sobre o Japão Claude Lévi-Strauss
A Política Externa do Japão no final do século XX – O que faltou? Alexande Ratsuo Uehara
A Visita do Imperador Akihito e da Imperatriz Michiko ao Brasil Celia Abe Oi e Massato Ninomiya
Aforismos de Confúcio Confúcio
Almanaque do Centenário – Imigração Japonesa no Brasil Ricardo Cruz
Almost Transparent Blue Ryu Murakami
Arte Culinária Nipo-Brasileira Sato Hatsue
Ayumi – Caminhos Percorridos: Memorial Da migração Japonesa: Curitiba E Litoral Do Paraná Claudio Seto

Confira também uma breve mostra das obras enviadas neste vídeo elaborado em pela equipe da Biblioteca Facens:

Para ter acesso a todo acervo, faça uma visita à Biblioteca Facens e desfrute!

O caminhar da evolução humana: premiação do Nobel revela descobertas e condutas transformadoras

O caminhar da evolução humana: premiação do Nobel revela descobertas e condutas transformadoras

A premiação, criada pelo químico sueco Alfred Nobel (1833-1896), homenageia personalidades que realizam valiosas contribuições e descobertas para o caminhar da evolução da humanidade. As condecorações ocorrem desde 1901 contabilizando, até momento, 604 concedidas a 975 laureados.

Os reconhecimentos concedidos pela Fundação Nobel (representadas por instituições suecas e norueguesas) dão destaque a 5 áreas estabelecidas pelo criador: Medicina, Física, Química, Literatura e de preservação da paz. Cada área recebe uma remuneração de 10 milhões de coroas suecas (em torno de R$ 6,1 milhões). Ressalta-se que, em 1969, foi acrescido a área de Economia em memória de Alfred Nobel, criado por doação do Banco Central da Suécia.

Os 13 ganhadores do prêmio Nobel 2021

Seguem informações dos laureados por área/categoria e em ordem da ocorrência das premiações anunciadas entre os dias 4 a 14 de outubro de 2021.

MEDICINA

  • Ardem Patapoutian (54 anos, neurocientista libanês)
    • Afiliação no momento da premiação: Howard Hughes Medical Institute, Scripps Research, La Jolla, CA, EUA
  • David Julius (65 anos, neurocientista estadunidense)
    • Afiliação no momento da premiação: University of California, San Francisco, CA, EUA

Contribuições: importantes descobertas sobre receptores de temperatura e toque no corpo humano, possibilitando explicações de como o calor, o frio e o tato podem propagar sinais em nosso sistema nervoso.

FÍSICA

  • Klaus Hasselmann (89 anos, oceanógrafo e modelador climático alemão)
    • Afiliação no momento da premiação: Max Planck Institute for Meteorology, Hamburgo, Alemanha
  • Syukuro Manabe (90 anos, meteorologista e climatologista nipo-estadunidense)
    • Afiliação no momento da premiação: Princeton University, Princeton, NJ, EUA

Contribuições: um modelo físico do clima da Terra que quantifica a variabilidade do tempo e prevê o avanço do aquecimento global.

  • Giorgio Parisi (73 anos, físico italiano)
    • Afiliação no momento da premiação: Sapienza University of Rome, Roma, Itália

Contribuição: soluções teóricas para uma gama de problemas na teoria de sistemas complexos.

QUÍMICA

  • Benjamin List (53 anos, químico alemão)
    • Afiliação no momento da premiação: Max-Planck-Institut für Kohlenforschung, Mülheim an der Ruhr, Alemanha
  • David MacMillan (53 anos, químico britânico)
    • Afiliação no momento da premiação: Princeton University, Princeton, New Jersey, EUA

Contribuições: desenvolvimento de catalisadores orgânicos e mais baratos. “Tornaram a química mais verde”, destacou o comitê do Nobel.

LITERATURA

  • Abdulrazak Gurnah (72 anos, romancista tanzaniano)
    • Residência no momento da premiação: Inglaterra

Contribuição: obra composta de dez contos relata as vivências do autor como refugiado desde a sua chegada à Inglaterra, no fim da década de 1960.

“Por sua penetração intransigente e compassiva dos efeitos do colonialismo e do destino do refugiado no abismo entre culturas e continentes”, explica o comitê do Nobel.

PAZ

  • Dmitry Muratov (59 anos, jornalista russo e editor chefe do jornal russo Novaya Gazeta)
    • Residência no momento da premiação: Moscou, capital da Rússia
  • Maria Ressa (58 anos, jornalista, autora filipino-americana e fundadora de uma empresa de mídia digital voltada ao jornalismo investigativo)
    • Residência no momento da premiação: Manila, capital da Filipinas

Contribuição: “Pela corajosa luta de ambos os jornalistas pela liberdade de expressão em seus respectivos países”, explicou a Fundação Nobel.

Ressa foi laureada por expor “o abuso de poder, o uso da violência e o crescente autoritarismo em seu país de origem”. Por sua vez, Muratov foi laureado por sua postura crítica com relação ao presidente Vladimir Putin.

ECONOMIA

  • David Card (65 anos, economista canadense-estadunidense)
    • Afiliação no momento da premiação: University of California, Berkeley, CA, EUA
  • Guido W. Imbens (61 anos, economista neerlando-estadunidense)
    • Afiliação no momento da premiação: Massachusetts Institute of Technology (MIT), Cambridge, MA, EUA
  • Joshua D. Angrist (58 anos, economista israelense-estadunidense)
    • Afiliação no momento da premiação: Stanford University, Stanford, CA, EUA

Contribuições: novas compreensões a respeito do mercado de trabalho ao desenvolverem metodologias inovadoras para análise das relações casuais de emprego.

Para a Academia de Ciências da Suécia, “os economistas revolucionaram a pesquisa empírica nas ciências sociais e melhoraram significativamente a capacidade da comunidade de pesquisa de responder perguntas de grande importância”.

Fonte: Nobel Prize (https://www.nobelprize.org/)