A música brasileira em evidência mundial 

A música brasileira em evidência mundial 

Com as diferentes etnias e nacionalidades presentes no Brasil, nossa cultura sofreu grande influência de diversos povos. Esta diversidade cultural é uma das principais características do país e curtida ao redor do mundo, principalmente a música brasileira.  

Atualmente o Brasil também se tornou um agente de influência cultural para outros países ao redor do mundo. A música brasileira, em especial, vem chamando a atenção em diversos países. Por exemplo:

Orquestra Juvenil da Bahia na Europa

Durante o mês de setembro de 2022, a Orquestra Juvenil do programa Neojiba (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) realizou a Turnê de Independência em 8 países da Europa apresentando um repertório de músicas clássicas. Um destaque da turnê será a obra Kamarámusik, uma peça concertante para berimbau composta pelo musicista baiano Jamberê Cerqueira. 

O grupo foi convidado por parceiros internacionais para tocar no exterior, tendo os custos de viagem cobertos durante o período, e poderá performar em alguns dos locais mais renomados da música clássica como Concertgebouw de Amsterdã e a Philharmonie de Paris.

K-Pagode: o pagode coreano

A cultura sul-coreana tem feito muito sucesso nos últimos anos com a popularização de grupos pop como BTS e Black Pink. Já o pagode, um gênero musical muito conhecido por nós, tem se popularizado na Coreia do Sul. Exemplificando o grupo Tell a Tale

Formado em 2019, o trio composto pelo percussionista Do Jun Hong, o cantor Kim Wontae e o músico Sebeen viralizou no Youtube ao postarem cantando, mesmo sem ter a proficiência na língua portuguesa, sucessos brasileiros como “Cheia de Manias” do grupo Raça Negra e “Pé na Areia” do cantor Diogo Nogueira. 

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Domínio brasileiro nos pódios mundiais de surfe

Domínio brasileiro nos pódios mundiais de surfe

Recentemente, o surfe brasileiro se destacou mais uma vez, com a vitória de Filipe Toledo (Filipinho) no final da WSL (World Surf League) na Califórnia/EUA. A vitória de Filipinho chama a atenção para o Brasil, cuja presença no surfe vem se tornando cada vez maior.

Veja abaixo como vem sendo a trajetória do Brasil no surfe.

Foto: https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2022/09/11/filipe-toledo-torce-por-evolucao-para-surfe-alcancar-nivel-super-bowl.htm

Esta foi a sexta vez que o Brasil levou o título mundial na categoria. Gabriel Medina, que é um dos nomes mais conhecidos do surfe brasileiro, já ganhou o campeonato 3 vezes. Adriano de Souza (Mineirinho) e Italo Ferreira também já conquistaram o primeiro lugar mundial.

Na final de 2022, Filipinho competia com Italo Ferreira, colocando em evidência a liderança brasileira na competição. Completando o time dos brasileiros, a surfista Tatiana Weston-Webb, que foi vice-campeã em 2021, também estava nas finais.

Antes de chegar ao primeiro lugar, Filipinho já havia feito a melhor temporada de sua carreira. Nas últimas 3 temporadas, ficou entre os 4 melhores do mundo. Filipinho é filho do também surfista Ricardo Toledo (Ricardinho), que lidera a comissão técnica do filho.

Em toda a história do campeonato, apenas 7 países já conquistaram o primeiro lugar: África do Sul, Austrália, Brasil, Estados Unidos, Havaí, Peru e Reino Unido. Com a vitória de Filipinho, o Brasil completa 4 anos seguidos levando o primeiro lugar (com exceção de 2020, quando o campeonato foi cancelado devido à pandemia).

Nos últimos anos, o Brasil tem se destacado no surfe como nunca antes – é a chamada Brazilian Storm. Atualmente, dos 5 maiores surfistas do mundo, 4 são brasileiros. Além da Brazilian Storm, os especialistas falam também no “efeito Medina”, em referência às vitórias de Gabriel Medina – primeiro brasileiro a ganhar um campeonato mundial -, que popularizam ainda mais o esporte no país.

Embora o destaque do Brasil no surfe seja recente, a história do esporte por aqui é longa. A primeira pessoa a surfar no país foi Osmar Gonçalves que, em 1938, construiu sua própria prancha para se aventurar nas ondas de Santos, litoral de São Paulo. Já nos anos 40, os soldados americanos que estavam servindo na Segunda Guerra Mundial passavam pelos portos brasileiros, aproveitavam para matar a saudade do surfe e o tornaram mais conhecido por aqui.

O primeiro competidor brasileiro a se destacar em campeonatos foi Pedro Paulo Lopes (Pepê) na década de 1970. Nos 50 anos que se passaram desde suas vitórias até hoje, o Brasil passou a se destacar cada vez mais nesse esporte.

Merece destaque que a partir da última olimpíada em 2021, em Tóquio, o esporte passou a ser olímpico. Nessa estreia, quem levou a medalha de ouro foi o brasileiro Italo Ferreira.

Curiosidade: dos 5 surfistas campeões mundiais citados, há uma predominância paulista. Gabriel Medina – São Sebastião, Mineirinho – Guarujá e Filipinho – Ubatuba.

E você, conhece outros nomes do surfe brasileiro? Conta para a gente nos comentários!

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A história do rádio 

A história do rádio 

Um dos principais meios de comunicação do século XX, o rádio foi uma revolução para sua época e por muito tempo foi a principal fonte de informações da população. Mesmo com os avanços tecnológicos das últimas décadas, essa ferramenta se mantém popular.

Em 2022, comemoram-se 100 anos da presença do rádio no Brasil. Conheça mais sobre sua a criação:

Sua origem

Não há um consenso sobre a autoria da criação do rádio, mas os principais cientistas vinculados são o italiano Guglielmo Marconi, o austríaco Nikola Tesla e o padre brasileiro Roberto Landell de Moura. No entanto, é necessário reconhecer que o modelo que conhecemos hoje reúne inúmeras pequenas invenções de diversos cientistas.

De forma resumida, o rádio é composto por três tecnologias: a telegrafia, o telefone sem fio e as ondas de transmissão. O objetivo de sua criação era de substituir o telégrafo com uma tecnologia que fosse melhor e mais rápida.

A primeira companhia de rádio foi fundada em Londres em 1896, mas a primeira transmissão que uniu voz e música só aconteceu em 1906, nos Estados Unidos.

O rádio chega ao Brasil

A primeira transmissão de rádio no Brasil ocorreu no dia 07 de setembro de 1922, durante uma exposição comemorativa aos 100 anos da Proclamação da Independência no país. Naquela data, estações de transmissão foram instaladas em lugares estratégicos do Rio de Janeiro, Petrópolis, Niterói e São Paulo, e o discurso do então presidente Epitácio Pessoa foi transmitido ao vivo. Em seguida, foi transmitida a ópera “O Guarani”.

No dia 20 de abril de 1923 foi inaugurada a primeira emissora de rádio oficial do Brasil, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, que em 1936 se tornou a Rádio MEC. No início, o objetivo era que a rádio fosse somente educativa, mas ainda nos anos 1930 iniciou-se a transmissão de programas de entretenimento. Posteriormente, o sucesso das radionovelas e dos “cantores do rádio” popularizaram ainda mais o rádio entre as famílias brasileiras.

Quer saber mais sobre o rádio no Brasil? O vídeo abaixo, do canal TecMundo, traz mais detalhes dessa história!

Algumas curiosidades sobre o rádio:  

  • O rápido avanço tecnológico do rádio se deu principalmente devido ao interesse militar durante a Primeira Guerra Mundial em utilizar o meio de comunicação para transmitir avisos às cidades próximas da zona de conflito;  
     
  • A primeira transmissão pública de rádio no mundo foi feita pelo cientista Lee de Forest e seus colegas diretamente do topo da torre Eiffel em 1908;  
  • As forças armadas da Colômbia encomendaram uma música pop com uma mensagem em código Morse para os militares que haviam sido raptados. Era um hábito na época que os sequestradores deixassem seus cativos escutarem ao rádio, a mensagem dizia: “Dezenove pessoas regatadas, você é o próximo, não perca a fé”.   

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O fim da Era de Elizabeth II

O fim da Era de Elizabeth II

No dia 8 de setembro de 2022 chegou ao fim o reinado de Elizabeth II, a primeira da história da monarquia britânica a permanecer por 70 anos no trono.

Falecida aos 96 anos de idade, a rainha sempre foi uma figura internacional muito respeitada e a notícia de sua morte foi recebida com pesar pelo mundo todo.

Conheça mais sobre quem foi Elizabeth II e sua história. 

A vida de Elizabeth II

Nascida em 21 de abril de 1926, Elizabeth II ou Elizabeth Alexandra Mary era a filha mais velha do príncipe Albert de Windsor (Duke de York), que era o filho mais novo do rei George V.

A então princesa foi educada em casa por tutores junto de sua irmã mais nova, Margaret, e futuramente serviria durante a 2ª Guerra Mundial, alcançando o posto de comandante júnior do Auxiliary Territorial Service.

Casou-se em 1947 com o jovem oficial Tenente Philip Mountbatten, filho do príncipe Andrew da Grécia, e tiveram 4 filhos: Charles, Anne, Andrew e Edward, respectivamente.

O caminho até a coroa

Inicialmente, Elizabeth não era vista como uma candidata direta ao trono, tanto que pôde disfrutar dos benefícios da monarquia sem as pressões da sucessão.

No entanto, tudo muda quando ainda durante sua infância, seu tio abdica do trono e seu pai assume a coroa como George VI em 1937.

O Reinado de Elizabeth II

Apesar de fazer parte do Conselho Privado e do Conselho de Estado podendo assumir algumas funções do rei, Elizabeth só ascende ao trono em 6 de fevereiro de 1952, com a morte de seu pai devido a um câncer no pulmão.

Em todos os momentos do seu reinado, a monarca foi conhecida por sua postura branda e por não revelar suas opiniões políticas. Ela sempre se encontrava com seus primeiros-ministros para acompanhar o andamento do país.

Um dos grandes feitos de Elizabeth em seu reinado foi a reconfiguração da Commonwealth, após os processos de independência de muitos dos territórios, que anteriormente eram britânicos.

Assim, o fórum se torna uma organização intergovernamental conectando o Reino Unido às ex-colônias e outros países, como por exemplo Austrália, Canadá, África do Sul, Nova Zelândia, Moçambique, entre outros.

5 curiosidades do reinado de Elizabeth II

  • Ela tornou possível que as princesas entrem na linha de sucessão ao trono;
  • O Commonwealth, explicado acima, está intrinsecamente ligado ao seu reinado;
  • Em março de 1960, a rainha foi a primeira pessoa a ter o rosto impresso nas cédulas da libra esterlina (moeda oficial do país);
  • Elizabeth II teve o segundo reinado mais duradouro da história, atrás apenas de Luís XIV da França de 72 anos (1643-1715);
  • Em 1968, realizou sua única viagem ao Brasil, visitando as cidades de Brasília, Recife e São Paulo.

Fica a dica!

Baseado em fatos reais, a série The Crown, da Netflix, apresenta a vida da rainha Elizabeth II dos anos de 1940 aos tempos modernos de seu reinado.

Qualquer semelhança com a realidade, pode ser mera coincidência!

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Festival da Lua: tradição chinesa milenar celebra o meio do outono

Festival da Lua: tradição chinesa milenar celebra o meio do outono

No próximo dia 10 de setembro, se celebrará o Festival da Lua na China – também conhecido como Festival do Meio do Outono (中秋节).

É celebrado no 15º dia do 8º (八月十五) mês do calendário lunar, por isso é uma comemoração que não tem data fixa. Junto com o Ano Novo Chinês (中国新年), é considerado um dos principais feriados da China.

O Festival do Meio-Outono nasceu como uma celebração tipicamente agrária. Os chineses observavam a relação entre a lua e as mudanças de estações, e como essa relação influenciava diretamente na produção agrícola.

A partir disso, os antigos imperadores e agricultores agradeciam a lua cheia do outono pela boa colheita, pedindo fartura e felicidade – por isso a celebração também é conhecida por Festival da Lua.

Imagem: Unsplash

Desse costume começaram a surgir lendas sobre o festival. Uma das mais famosas conta a história do arqueiro Hou Yi e sua esposa Chang’e.

“De acordo com a lenda, existiam 10 sóis no céu que queimavam as plantas e faziam as pessoas morrerem de fome. Hou Yi usou seu arco e flechas para atirar em 9 deles, salvando a Terra. O arqueiro ganhou como recompensa um elixir que o tornaria imortal, mas guardou o vidro para passar o resto da vida ao lado de sua esposa. Um dos estudantes de Hou Yi se aproveitou da ausência do mestre e entrou em sua residência para roubar o elixir. Para evitar que o ladrão levasse o presente de seu marido, Chang’e tomou a poção que a fez voar até a lua. Para honrar a esposa, Hou Yi começou a rezar para a lua.”

A lenda diz que após ouvir essa história, as pessoas começaram a colocar mesas de oferendas nos seus quintais de suas casas com as comidas favoritas de Chang’e, e embaixo da lua reverenciaram Chang’e. Oravam para que Hou Yi e Chang’e pudessem se reencontrar e também pediam pela paz e alegria da própria família. O costume de orar para a lua junto com a família passou de geração em geração e dura até os dias de hoje.

Neste dia, a lua está a uma distância máxima da Terra e em nenhum outro período é tão brilhante. Nesse momento, como dizem os chineses: “a lua é perfeitamente redonda” (月圆夜).

Os chineses acreditam que a lua cheia simboliza reunião familiar (家庭团聚) e, por isso, consideram tal data especial para confraternizações. Durante o Festival, as famílias costumam se reunir para jantar, para admirar a lua e para soltar no ar as tradicionais lanternas de papel.

Uma comida típica dessa comemoração são os Bolinhos da Lua, cuja forma é redonda (圆形), que simboliza a lua e a unidade da família.

A parte externa dos bolinhos é formado por uma parte friável, enquanto o recheio pode ser de mil tipos diferentes, variando de região para região.

Imagem: Unsplash

Os mais comuns e tradicionais são certamente o recheio com sementes de lótus, feijão vermelho e nozes mistas. Atualmente, também existem bolos lunares com recheios de estilo ocidental, como chocolate, iogurte e queijo. É comum degustar os bolinhos juntamente com os entes queridos e quando são doados, são embalados em caixas elegantes, geralmente vermelhas, para desejar vida longa, felicidade e sorte.

*Texto elaborado em parceria com o Instituto Confúcio para Negócios da FAAP.

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B’Energy Racing Facens expõe carro elétrico no Congresso C-MOVE 2022

B’Energy Racing Facens expõe carro elétrico no Congresso C-MOVE 2022

A equipe B’energy Racing, da Facens, expos seu carro elétrico, B20, no Congresso C-MOVE 2022 – Veículo Elétrico Latino-Americano, que aconteceu entre 01 e 03 de setembro, em São Paulo.

O objetivo do evento, além de apresentar veículos de diversas montadoras e instituições de ensino, foi o de debater temas como políticas públicas, tecnologias e tendências sobre a mobilidade híbrida e elétrica no Brasil e na América Latina.

A B’energy Racing Facens conquistou com o B20 o 2º lugar na classificação geral e na categoria Eficiência e o 1º lugar nas categorias Custos, Design e Enduro durante a 18ª Competição Fórmula SAE BRASIL-TotalEnergies, disputada em agosto deste ano.

A equipe B’energy Racing, da Facens, expos seu carro elétrico, B20, no Congresso C-MOVE 2022 – Veículo Elétrico Latino-Americano, que aconteceu entre 01 e 03 de setembro, em São Paulo.

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A B’energy Racing Facens conquistou com o B20 o 2º lugar na classificação geral e na categoria Eficiência e o 1º lugar nas categorias Custos, Design e Enduro durante a 18ª Competição Fórmula SAE BRASIL-TotalEnergies, disputada em agosto deste ano.

A equipe B’energy Racing, da Facens, expos seu carro elétrico, B20, no Congresso C-MOVE 2022 – Veículo Elétrico Latino-Americano, que aconteceu entre 01 e 03 de setembro, em São Paulo.

O objetivo do evento, além de apresentar veículos de diversas montadoras e instituições de ensino, foi o de debater temas como políticas públicas, tecnologias e tendências sobre a mobilidade híbrida e elétrica no Brasil e na América Latina.

A B’energy Racing Facens conquistou com o B20 o 2º lugar na classificação geral e na categoria Eficiência e o 1º lugar nas categorias Custos, Design e Enduro durante a 18ª Competição Fórmula SAE BRASIL-TotalEnergies, disputada em agosto deste ano.